As aulas estão a chegar ao fim, e por isso, também a leitura do livro "A familia em rede".
A reflexão ao capitulo será curta, pois a única coisa que posso dizer é que achei brilhante a forma original que o autor abordou o tema.
O facto de ele ter posto a conclusão com questões e respostas foi uma forma inteligente de fazer valer o seu ponto de vista, e tambem é uma forma de qualquer pessoa que leia o livro ou tenha essas duvidas de consultar o mesmo para ver outras perspectivas.
Vou então ficar por aqui, visto que sobre este assunto nada tenho para dizer...farei a minha reflexão das aprendizagens em outro dia!
Segue-se então um video que achei que era engraçado colocar para desanuviar o ambiente!
Tecnologias em Educação
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
"A familia em rede" - Reflexão - 8º Capitulo
Neste último capitulo Seymour fala do futuro...do futuro da escola, das aprendizagens...mas o que me interessou mais, foi aquilo a que o autor caracterizou de "...a minha convicção mais controversa...".
Fala-se então das competências básicas...a própria designação indica a visão da sociedade para com essas competências, que lhes dão uma importância mínima quando as pessoas não atingem outros patamares...
Uma coisa em que sempre acreditei...é que uma pessoa não tem que ser obrigatoriamente culta, ou cheia de conhecimentos sobre os mais variados assuntos, para ser uma pessoa inteligente...a ignorância de algumas pessoas surge de outros factores, e não da ausência de um acompanhamento escolar.
Acredito que uma alteração no modo como a Escola lecciona certos e determinados assuntos poderia, de facto, fazer diferença no modo de aprendizagem de muitos alunos...principalmente daqueles que necessitam de um apoio e de um desafio maior, que não se adequa ao factor, "faz esta cópia".
É importante para qualquer criança, antes de passar por uma fase de aprendizagem do tipo escolar, passar por uma aprendizagem do tipo familiar, pois é nesta que a criança vai aprender tudo o que poderá depois desenvolver na aprendizagem do tipo escolar, uma fase em que o próprio sujeito tem a iniciativa de aprender, pesquisar!
É necessário pensar em uma mudança, que permita ás chamadas "avestruzes", que pensam que o ensino tradicional vai ser sempre o melhor, porem a hipótese de que esta mudança, para além de permitir á criança uma aprendizagem, também lhe permitirá um melhor desenvolvimento pessoal, de ensino e quem sabe, profissional.
Fala-se então das competências básicas...a própria designação indica a visão da sociedade para com essas competências, que lhes dão uma importância mínima quando as pessoas não atingem outros patamares...
Uma coisa em que sempre acreditei...é que uma pessoa não tem que ser obrigatoriamente culta, ou cheia de conhecimentos sobre os mais variados assuntos, para ser uma pessoa inteligente...a ignorância de algumas pessoas surge de outros factores, e não da ausência de um acompanhamento escolar.
Acredito que uma alteração no modo como a Escola lecciona certos e determinados assuntos poderia, de facto, fazer diferença no modo de aprendizagem de muitos alunos...principalmente daqueles que necessitam de um apoio e de um desafio maior, que não se adequa ao factor, "faz esta cópia".
É importante para qualquer criança, antes de passar por uma fase de aprendizagem do tipo escolar, passar por uma aprendizagem do tipo familiar, pois é nesta que a criança vai aprender tudo o que poderá depois desenvolver na aprendizagem do tipo escolar, uma fase em que o próprio sujeito tem a iniciativa de aprender, pesquisar!
É necessário pensar em uma mudança, que permita ás chamadas "avestruzes", que pensam que o ensino tradicional vai ser sempre o melhor, porem a hipótese de que esta mudança, para além de permitir á criança uma aprendizagem, também lhe permitirá um melhor desenvolvimento pessoal, de ensino e quem sabe, profissional.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
A aula prática de dia 7 de Dezembro
Nesta aula de sexta feira, demos inicio a realização dos projectos de Tecnologias.
Para adiantarmos trabalho, as minha colegas ficaram a fazer o blog como página principal e eu decidi fazer o Wiki.
No inicio pensei que fosse precisar de ajuda, mas depois apercebi-me que elas é que estavam a precisar de ajuda...elas e todos os outros grupos que estavam a fazer os blogs. Como a professora pediu-nos para fazê-los no Wordpress, e esta ainda era uma ferramenta desconhecida e por sinal, muito mais complicada que o Blogger...estavam todos ás aranhas.
Durante o tempo de aula lá personalizei um pouco o WikiPapert e depois resolvi fazer o Fórum, que também foi fácil...mas já não tive muito tempo para o personalizar.
Enquanto isto, estavam elas a mandar vir com o Wordpress, mas acho que depois já estavam encaminhadas, e eu dei uma vista de olhos e gostei do resultado, que apesar de ainda estar no principio, aparenta ser algo que vamos gostar de construir.
A unica coisa que me desanimou, foi o facto do Wiki não ter funcionalidades para pormos mais as coisas ao nosso gosto, pelo menos em termos de design...mas pode ser que ao longo do tempo de trabalho descubra outras ferramentas Wiki que nos permita fazer essas alteraçoes.
Entretanto, como não está nada pronto, ainda não vou por link nenhum associado...pode ser que para a próxima já dê!!
Para adiantarmos trabalho, as minha colegas ficaram a fazer o blog como página principal e eu decidi fazer o Wiki.
No inicio pensei que fosse precisar de ajuda, mas depois apercebi-me que elas é que estavam a precisar de ajuda...elas e todos os outros grupos que estavam a fazer os blogs. Como a professora pediu-nos para fazê-los no Wordpress, e esta ainda era uma ferramenta desconhecida e por sinal, muito mais complicada que o Blogger...estavam todos ás aranhas.
Durante o tempo de aula lá personalizei um pouco o WikiPapert e depois resolvi fazer o Fórum, que também foi fácil...mas já não tive muito tempo para o personalizar.
Enquanto isto, estavam elas a mandar vir com o Wordpress, mas acho que depois já estavam encaminhadas, e eu dei uma vista de olhos e gostei do resultado, que apesar de ainda estar no principio, aparenta ser algo que vamos gostar de construir.
A unica coisa que me desanimou, foi o facto do Wiki não ter funcionalidades para pormos mais as coisas ao nosso gosto, pelo menos em termos de design...mas pode ser que ao longo do tempo de trabalho descubra outras ferramentas Wiki que nos permita fazer essas alteraçoes.
Entretanto, como não está nada pronto, ainda não vou por link nenhum associado...pode ser que para a próxima já dê!!
"A familia em rede" - Reflexão - 7º Capitulo
Neste capítulo o autor dá uma pequena sugestão, de forma bastante subtil...a de que é necessário uma mudança nos currículos actuais e na formação de professores...para que estes se tornem mais fluentes o ponto de vista tecnológico.
Isto tudo baseia-se na importância da escola,e na importância que teria se a escola apoiasse mais a cultura de aprendizagem das crianças em relação aos computadores. Para mudar este facto,deve existir a intervenção dos pais,e dar-se inicio a uma chamada micromudança, como refere Papert. Este mudança pode ser caracterizada por introduzir computadores e aulas especiais para o seu uso...e para que o seu uso fosse útil teriam que ser aplicadas as medidas que referi no inicio,como a formação de professores para esse efeito e alteração de currículo.
Seria também importante que fossem feitos diversos projectos,que tentassem e desafiassem os alunos a trabalhar e a construir coisas que mais tarde lhes pudesse ser útil e dos quais se pudessem orgulhar.
São enumeradas as três forças para esta mudança, que são, a indústria, que demonstra um grande interesse na mudança do mercado da educação para que possam introduzir diversos aparelhos informáticos, principalmente comutadores. A segunda força é a revolução na aprendizagem, onde já existem pessoas dotadas de conhecimentos e prontas a reconhecer que é necessário uma mudança. A terceira força é o poder das crianças, que é a mais importante das forças, como refere o autor, bastando para isso, que uma criança tenha um computador em casa e tenha consciência da sua cultura de aprendizagem.
Apesar destas formas todas e desta perspectiva do autor, tenho que admitir, que pelo menos na minha faculdade, já consigo reconhecer algumas mudanças...sinto que a minha cultura de aprendizagem e muito mais importante, a minha fluência tecnológica aumentou desde que estou no curso Ciências da Educação. Não posso dizer que já sei mexer em tudo o que é software, ou em termos de programação...mas sinto que se me propõem algo, eu não tenho receio de me envolver nesse projecto e depois de alguns cliques, torna-se fácil de realizar qualquer tarefa.
E isso pode ser o inicio da micromudança!!!´
Episódio de aprendizagem
Isto tudo baseia-se na importância da escola,e na importância que teria se a escola apoiasse mais a cultura de aprendizagem das crianças em relação aos computadores. Para mudar este facto,deve existir a intervenção dos pais,e dar-se inicio a uma chamada micromudança, como refere Papert. Este mudança pode ser caracterizada por introduzir computadores e aulas especiais para o seu uso...e para que o seu uso fosse útil teriam que ser aplicadas as medidas que referi no inicio,como a formação de professores para esse efeito e alteração de currículo.
Seria também importante que fossem feitos diversos projectos,que tentassem e desafiassem os alunos a trabalhar e a construir coisas que mais tarde lhes pudesse ser útil e dos quais se pudessem orgulhar.
São enumeradas as três forças para esta mudança, que são, a indústria, que demonstra um grande interesse na mudança do mercado da educação para que possam introduzir diversos aparelhos informáticos, principalmente comutadores. A segunda força é a revolução na aprendizagem, onde já existem pessoas dotadas de conhecimentos e prontas a reconhecer que é necessário uma mudança. A terceira força é o poder das crianças, que é a mais importante das forças, como refere o autor, bastando para isso, que uma criança tenha um computador em casa e tenha consciência da sua cultura de aprendizagem.
Apesar destas formas todas e desta perspectiva do autor, tenho que admitir, que pelo menos na minha faculdade, já consigo reconhecer algumas mudanças...sinto que a minha cultura de aprendizagem e muito mais importante, a minha fluência tecnológica aumentou desde que estou no curso Ciências da Educação. Não posso dizer que já sei mexer em tudo o que é software, ou em termos de programação...mas sinto que se me propõem algo, eu não tenho receio de me envolver nesse projecto e depois de alguns cliques, torna-se fácil de realizar qualquer tarefa.
E isso pode ser o inicio da micromudança!!!´
Episódio de aprendizagem
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Breve introdução ao MicroWorlds
MicroWorlds é um programa ampliado que usa a linguagem de programação Logo, que de forma responsável, utliza linguagem para crianças.
É um programa aberto, com instruções muito pouco complicadas utilizado num programa de pintura torna activas e excitantes as cores utilizadas.
É um programa aberto, com instruções muito pouco complicadas utilizado num programa de pintura torna activas e excitantes as cores utilizadas.
"A familia em rede" - Reflexão - 6º Capitulo
Neste capitulo o autor fala dos diferentes projectos que se podem realizar com crianças e para estabelecer um contacto maior entre pais e filhos.
Foi de certo modo difícil para mim, reflectir sobre um capitulo que é tão prático, mas vamos então falar nos princípios orientadores, que devem ser tidos em conta na escola de projectos.
O primeiro principio enunciado por Papert é que os projectos devem suscitar uma atitude de ampliação, ou seja, a criança, aluno, sujeito que está a utilizar determinado projecto deve ser desafiado a ultrapassar as diversas barreiras que esse projecto apresenta.
O segundo principio refere-se ao facto de que, se a pessoa que está a escolher o projecto gostar do mesmo, sentir-se tentado a continuar a utilizá-lo ou pelo contrário, sentir-se aborrecido pela sua utilização, o mesmo acontecerá ao sujeito para quem está a ser escolhido o projecto.
Terceiro e último principio diz respeito á identificação dos sujeitos com o que a maioria das pessoas fazem com os computadores, principalmente sujeitos da mesma faixa etária. Ou seja, se as crianças sentirem que aquilo que utilizam no computador não se adequa ao que é utilizado pelos seus colegas de escola, por exemplo, então é muito difícil manter uma criança interessada na tecnologia.
Isto tudo tem a ver com a cultura das crianças, e no que elas aprendem no dia a dia.
É abordado neste capitulo novamente o conceito de fluência tecnológica, que implica a aprendizagem de várias competências a nível tecnológico, mas também o estar á vontade com a sua utilização, como por exemplo, a maioria das pessoas sabe o que é que um computador é capaz de fazer,mas nem todas se sentem confortáveis em frente a um computador, muito menos sabem o que fazer com ele.
Foi de certo modo difícil para mim, reflectir sobre um capitulo que é tão prático, mas vamos então falar nos princípios orientadores, que devem ser tidos em conta na escola de projectos.
O primeiro principio enunciado por Papert é que os projectos devem suscitar uma atitude de ampliação, ou seja, a criança, aluno, sujeito que está a utilizar determinado projecto deve ser desafiado a ultrapassar as diversas barreiras que esse projecto apresenta.
O segundo principio refere-se ao facto de que, se a pessoa que está a escolher o projecto gostar do mesmo, sentir-se tentado a continuar a utilizá-lo ou pelo contrário, sentir-se aborrecido pela sua utilização, o mesmo acontecerá ao sujeito para quem está a ser escolhido o projecto.
Terceiro e último principio diz respeito á identificação dos sujeitos com o que a maioria das pessoas fazem com os computadores, principalmente sujeitos da mesma faixa etária. Ou seja, se as crianças sentirem que aquilo que utilizam no computador não se adequa ao que é utilizado pelos seus colegas de escola, por exemplo, então é muito difícil manter uma criança interessada na tecnologia.
Isto tudo tem a ver com a cultura das crianças, e no que elas aprendem no dia a dia.
É abordado neste capitulo novamente o conceito de fluência tecnológica, que implica a aprendizagem de várias competências a nível tecnológico, mas também o estar á vontade com a sua utilização, como por exemplo, a maioria das pessoas sabe o que é que um computador é capaz de fazer,mas nem todas se sentem confortáveis em frente a um computador, muito menos sabem o que fazer com ele.
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