Tecnologias em Educação

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

"A familia em rede" - Reflexão - 6º Capitulo

Neste capitulo o autor fala dos diferentes projectos que se podem realizar com crianças e para estabelecer um contacto maior entre pais e filhos.
Foi de certo modo difícil para mim, reflectir sobre um capitulo que é tão prático, mas vamos então falar nos princípios orientadores, que devem ser tidos em conta na escola de projectos.
O primeiro principio enunciado por Papert é que os projectos devem suscitar uma atitude de ampliação, ou seja, a criança, aluno, sujeito que está a utilizar determinado projecto deve ser desafiado a ultrapassar as diversas barreiras que esse projecto apresenta.
O segundo principio refere-se ao facto de que, se a pessoa que está a escolher o projecto gostar do mesmo, sentir-se tentado a continuar a utilizá-lo ou pelo contrário, sentir-se aborrecido pela sua utilização, o mesmo acontecerá ao sujeito para quem está a ser escolhido o projecto.
Terceiro e último principio diz respeito á identificação dos sujeitos com o que a maioria das pessoas fazem com os computadores, principalmente sujeitos da mesma faixa etária. Ou seja, se as crianças sentirem que aquilo que utilizam no computador não se adequa ao que é utilizado pelos seus colegas de escola, por exemplo, então é muito difícil manter uma criança interessada na tecnologia.
Isto tudo tem a ver com a cultura das crianças, e no que elas aprendem no dia a dia.
É abordado neste capitulo novamente o conceito de fluência tecnológica, que implica a aprendizagem de várias competências a nível tecnológico, mas também o estar á vontade com a sua utilização, como por exemplo, a maioria das pessoas sabe o que é que um computador é capaz de fazer,mas nem todas se sentem confortáveis em frente a um computador, muito menos sabem o que fazer com ele.

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