Tecnologias em Educação

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

"A familia em rede" - Reflexão - 4º Capitulo (Continuação)


Outro aspecto que achei importante neste capítulo, foi a parte dos perigos na Internet. É obvio que o uso da Internet permite muitas coisas, como por exemplo, fazermo-nos passar por alguém que não somos ou falar com alguém que não conhecemos, mas que pode ser alguém com segundas intenções e até contem muita informação desnecessária. Mas o facto, é que o computador não nos obriga a isso…
Pegando um pouco no que foi dito na última aula teórica de tecnologias, julgo que tudo se trata de uma questão de culturas. Quando a professora Guilhermina falou neste factor, foi para diferenciar o modo como as crianças da China são educadas de forma diferente do que em Portugal, e que desse ponto de vista, nenhum de nós tem direitos de autor de qual é forma melhor de se educar. Temos culturas diferentes, logo acreditamos em valores diferentes. No uso do computador, julgo que também tem a ver com a forma como somos educados, e que cada pessoa, quando e como utiliza o computador, fá-lo de livre vontade. Ou seja, a minha opinião é muito parecida com a da professora e com a do autor, ao contrário da opinião da Lucília, que apelidou os computadores de bombas relógio. Julgo que tudo depende de uma “boa” educação em relação á utilidade dos computadores, que deve ser construída através do diálogo entre pais e filhos, professores e alunos, etc.

"A familia em rede" - Reflexão - 4º Capitulo

Vamos falar de valores…
Vou abordar hoje o que mais me sensibilizou neste capítulo.
Para mim é muito importante valorizar as pessoas, apesar de, por vezes, emitir juízos de valor só porque essa pessoa não é capaz de resolver algo num determinado momento. Por exemplo, a minha prima, distrai-se nas aulas com facilidade e algumas vezes quando está a fazer exercícios, perde a concentração e o fio condutor necessário para a resolução daqueles exercícios. Á conclusão disso, ouvi o meu avô dizer que ela não ia ser uma aluna com muitas aptidões ou com boas performances. Depois disto e depois de ler este capítulo, pus-me a pensar…”a minha prima até é bastante inteligente e perspicaz, porque será que isto acontece?”, será que os métodos utilizados são os melhores? Tendo em conta que somos seres diferentes, com personalidades, objectivos e formas de estar diferentes, porque é que o ensino tem que ser igual para todos? Julgo que o problema não reside só na minha prima e nas crianças que estão na mesma posição, mas sim nos métodos utilizados que não se adequam ao modo de aprendizagem destas crianças, e que os computadores podem ser um benefício neste sentido. Agora que estou a escrever e a ler ao mesmo tempo, acho curioso, porque eu e o meu grupo de tecnologias falámos neste aspecto na conclusão do relatório, que apesar de ainda muitas pessoas não saberem, o uso de certas tecnologias são muito mais vantajosas para certas crianças e tem um grande potencial pedagógico.

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

O que é o Tiddlywiki??

O Tiddlywiki é um wiki que não precisa de nenhum software adicional no servidor, como por exemplo a Wikipédia, que tem como software adicional a Mediawiki. Trata-se de um documento “vivo”, de fácil edição directamente no navegador (sem recorrer a editores externos), publicável, e totalmente contido em um único arquivo HTML (que naturalmente inclui em si os necessários trechos de CSS e Javascript, além do conteúdo que você adicionar). Podemos usá-lo onde for: ele é compatível com navegadores populares em Linux, Mac e Windows, e após editar ou acrescentar um artigo (ou nota, ou lembrete, ou o que quer que você queira armazenar) basta usar a ferramenta “Salvar como” do seu navegador, e pronto.
È conhecido mais frequentemente como o bloco de notas.
Podemos disponibilizar o nosso tiddlywiki na web sem nenhum “truque sujo” - basta fazer o upload para qualquer servidor. É possível também usar o tiddlywiki gravando apenas em discos locais (ou compartilhados em rede local), ou ainda carregá-lo em um pen drive USB – mas o ideal é fazermos bons backups e preservarmos dados confidenciais - afinal estamos a falar de informações sobre administração de sistemas!

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Linguagem Logo


Em informática, Logo é uma linguagem de programação interpretada, voltada principalmente para crianças e aprendizes em programação. Ela implementa, em certos aspectos, a filosofia construtivista, segundo a interpretação de Seymour Papert, co-criador da linguagem junto com Wally Feurzeig.

Papert, matemático que trabalhou com Jean Piaget (donde a ideia da filosofia construtivista), é co-fundador do Media Lab no Massachusetts Institute of Technology (MIT).

O ambiente Logo tradicional envolve uma tartaruga gráfica, um robô pronto para responder aos comandos do usuário. Uma vez que a linguagem é interpretada e interactiva, o resultado é mostrado imediatamente após digitar-se o comando – incentivando o aprendizado. A maioria dos comandos, pelo menos nas versões mais antigas, refere-se a desenhar e pintar.

Existem também comandos para se controlar a porta paralela do computador, fazendo com que seus pinos de I/O's (Input/Output - Entrada/Saída) adquiram níveis lógicos 0 ou 1, entre outras coisas.

É possível escrever programas mais complexos não-interactivamente, executando blocos de instruções de uma vez.

A linguagem Logo é adaptada nos diversos países em que é utilizada. Assim, no Brasil, algumas versões da linguagem foram "traduzidas" em suas palavras-chave e comandos; já outras versões, como o AF LOGO, foram totalmente reescrita, possuindo um vasto dicionário, incluindo palavras e expressões novas, particulares de nosso idioma. O AF LOGO é considerado a mais completa linguagem LOGO, criada exclusivamente para a língua portuguesa e pode ainda "entender" outros dialectos LOGO, como o Micromundos (Microworlds), MSWLogo, SuperLogo, etc. Nos programas que foram simplesmente traduzidos por exemplo, "to" foi traduzido para "aprenda", "forward" foi traduzido para "parafrente", etc. Mas mesmo em português, o vocabulário limitado e inflexível se torna um empecilho para os alunos, pois ao contrário do inglês, no português temos muito mais variações de escrita e expressões para dizer a mesma coisa. No AF LOGO, o comando para mandar a Tartaruga andar para frente, pode ser escrito e é entendido com diversas grafias, ex: PARAFRENTE, FRENTE, ANDE, PARA_FRENTE, ANDAR, ANDA, etc...
Para conhecerem um pouco mais este projecto cliquem no link projecto Logo dos favoritos do 2º ano.

"A familia em rede" - Reflexão - 3º Capitulo

Mais uma vez, é válido que estamos perante uma leitura amigável…que nos transmite ideias fortes mas de forma simples e sem ser forçada.
A primeira ideia forte que encontro neste capítulo é a referência a dois tipos de aprendizagens. A aprendizagem do tipo familiar e a aprendizagem do tipo escolar. De facto, se pensarmos bem sobre o assunto, a aprendizagem do tipo familiar, que não tem necessariamente a ver com uma aprendizagem feita através de um familiar, é feita através da experiencia pessoal, e é dessa forma que mais nos interessamos pela aprendizagem, através do desafio que ela representa. Quanto tempo é que demorámos a aprender ou a fixar, para alguns, na escola que dois mais dois são quatro? E quanto tempo demorámos a perceber com a ajuda de tentativas, que carregando no numero dois de um comando da televisão dava um canal completamente diferente do que se carregássemos no numero quatro? Sei que parece um exemplo descabido…mas transmite a ideia do autor acerca destas duas aprendizagens.
Penso que posso relacionar o tipo de aprendizagem familiar com o construtivismo, em que o aluno auto dirige a aprendizagem, em que o papel do professor é criar condições para que o aluno possa compreender e aprender algo novo, e não fornecer conhecimentos, que no dia-a-dia o aluno já os consolidou.
O autor refere também a existência do bom e mau software, onde aborda as características de um mau software e as vantagens de um software “faça você mesmo”. Neste contexto Papert põe uma questão:
“Será a criança a comandar a máquina, ou a máquina a comandar a criança?”
Na maior parte das vezes, e principalmente com o tipo de mercado que existe, com publicidade enganosa, podemos concluir que a máquina comanda a criança, como se esta fosse uma máquina de respostas, em vez do contrario…ou seja, trata-se da mesma coisa que estar numa sala de aula a repetir vezes sem conta a tabuada. Deveria ser a criança a comandar, praticando a arte de pensar, da dedução, experimentando as dificuldades, chegando assim, á aprendizagem.

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

E-learning / Blended learning (5ª Semana)

O e-learning apresenta-se hoje como um meio de formação inovador, que permite optimizar a gestão do activo mais precioso das organizações - O Capital Intelectual.
Traduz-se numa oportunidade de aumentos de eficiência, permitindo que a formação se torne oportuna, em oposição a uma formação em que a informação é acumulada, com um follow up mais eficaz, minimizando os custos ao nível das deslocações e da ausência do posto de trabalho. Permite também aos formandos a inexistência de limitações geográficas e permite um horário flexível para a sua formação. Para tirar proveito deste regime deve-se ser auto-motivado, auto-disciplinado, com objectivos pessoais e direccionados para esses objectivos. É necessário também saber aceitar criticas e transmitir ideias através da escrita.
O Blended learning é considerado a perfeita combinação e integração de diferentes tecnologias e metodologias de aprendizagem, misturando formação online e presencial, como por exemplo, a realização de um exame, indo ao encontro das necessidades especificas das organizações e cumprindo os seus objectivos de forma global, melhorando a eficácia e a eficiência do processo de aprendizagem. Promove a redução de custos e a maximização da qualidade da formação.
Na minha opinião, estes são tipos de formação bastante completos e eficazes, desde que sejam bem aplicados, e aplicados a pessoas que estejam dispostas a este tipo de aprendizagem, e motivadas para a organização do seu próprio tempo de trabalho e formação, apesar de que a utilização dos computadores e da Internet serem bastante convidativos.

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

4ª Semana em Tecnologias Educativas II

Antes de iniciar a minha reflexão das aprendizagens desta semana, deixem-me fazer-vos uma breve, muito breve introdução ao Home Schooling.
Trata-se da instrução de crianças em casa, por parte, principalmente, dos pais ou tutores dessas mesmas crianças. É uma opção para os pais que desejam fornecer às suas crianças um ambiente de aprendizagem diferente, e talvez, na sua perspectiva, mais saudável do que o que existe nas escolas públicas. É também uma alternativa para as famílias que são incapazes, por razões práticas ou razões pessoais, de se comprometerem com os regulamentos de uma escola pública.
Esta semana, na aula teórica de Tecnologias Educativas II, focámo-nos na seguinte questão:
"Será que as novas tecnologias modificam o modo como os professores estão habituados a ensinar e os alunos a aprender?"
Podem existir três respostas distintas a esta pergunta:
- Optimista, em que é considerado que as novas tecnologias vão mudar tudo para melhor, permitindo a descentralização, e em que em qualquer lugar é possível obter qualquer informação;
-Pessimista, em que as novas tecnologias são vistas como um problema, desvalorizando o papel dos professores;
-Realista, onde são identificadas as vantagens e as desvantagens.
Para este efeito foram realizados vários estudos, incluindo o estudo Pelgrum, sobre o uso das tecnologias na Educação e os principais obstáculos á sua utilização.
Nestes estudos verificaram que o acrescento de tecnologias no ensino não trazia nada de positivo, chegando assim á conclusão que se o ensino tradicional não fosse alterado, as tecnologias não iriam alterar nada, sendo o ponto de partida, a integração criativa das novas tecnologias no ensino.
Ao pesquisar na Internet sobre a inovação das práticas pedagógicas encontrei um artigo sobre as 10 novas competências a ensinar, por Perrenoud, e achei que era uma forma bastante interessante de referir estas inovações. As 10 novas competências por Perrenoud são as seguintes:
1. Organizar e dirigir situações de aprendizagem;
2. Administrar a progressão das aprendizagens;
3. Conceber e fazer evoluir os dispositivos de diferenciação;
4. Envolver os alunos em suas aprendizagens e em seu trabalho;
5. Trabalhar em equipa;
6. Participar da administração da escola;
7. Informar e envolver os pais;
8. Utilizar novas tecnologias;
9. Enfrentar os deveres e os dilemas éticos da profissão;
10. Administrar a sua própria formação contínua.
Voltando atrás, julgo que estas práticas acabam por induzir aquilo que deve mudar no ensino para que as novas tecnologias tenham impacto sobre o mesmo, e para que esse impacto seja positivo.
Um dos outros estudos que a professora nos falou explicava que por norma, os rapazes tem uma atitude mais positiva em relação aos computadores do que as raparigas, tendo em conta também, que a maioria dos softwares existentes apelam muito mais para o imaginário masculino do que o feminino.
Penso que posso afirmar que apesar da rápida evolução das novas tecnologias no nosso dia-a-dia, elas ainda tem um extenso caminho a percorrer no ensino, pelo menos enquanto não se alterarem algumas das práticas educativas.
Deste modo, posso afirmar que, como Papert, tenho uma atitude realista em relação às novas tecnologias. Julgo que, podemos fazer uma infinidade de coisas que nos ajudam e nos facilitam a vida, visto termos acesso a imensas informações.
Por outro lado, essas imensas informações, se não forem devidamente equilibradas podem ter um efeito negativo naquilo que procuramos.
Obrigada

terça-feira, 9 de outubro de 2007

"A familia em rede" - Reflexão - 2º Capitulo

Que futuro terá a Educação na Era Tecnológica?
Papert identifica duas posições diferentes a esta questão, a optimista e a pessimista, designadas pelas Ciberutópicos e Cibercríticos, respectivamente.
Os primeiros vêem a revolução digital como algo que só nos vai trazer coisas boas e oportunidades a todos os níveis.
Os Cibercríticos reagem a esta questão como algo que nos vai prejudicar mais do que já prejudicou, tendo em conta tudo o que já investimos na tecnologia e de onde não retiramos nada de oportuno.
Posso afirmar que me sinto na mesma base que o autor, não vejo a tecnologia como algo de negativa mas também não a vejo como algo que nos venha salvar. Penso que em tudo existe prós e contras.
Gosto sobretudo do modo como o autor transpõe para o papel o sentimento de desagrado ou frustração quando se apercebe que existem mais pessoas no ensino, que julgam planificar as aulas com os computadores de uma forma ideal, quando esse ideal está longe de ser atingido, do que aqueles que o fazem, de facto, com algum bom desempenho.
Ele dá o exemplo da aprendizagem da tabuada, que apesar de se fazer uso ao computador, este uso é desonesto para com as crianças, porque apela também á memorização mecânica que sempre se usou, contrariando assim, a ideia de que as escolas devem fomentar os valores morais das crianças e de que a verdade das aprendizagens é o mais importante.
Para além disso, Papert dá exemplos de acontecimentos que valorizam o papel dos computadores e demonstram também o entusiasmo, por parte das crianças, na sua utilização, validando a ideia de que os computadores possibilitam às crianças a experimentação da excitação de procurarem e pesquisarem os conhecimentos em que estão interessados.
Isto faz-me reflectir nos meus problemas na escola, em que olhar durante 60 minutos para a professora a falar sobre algo que eu ainda não tinha percebido muito bem o que era, e muito menos percebido a importância que aquilo tinha para o meu desenvolvimento…será que, se as novas tecnologias já estivessem inseridas no nosso ensino com sucesso, existiriam formas mais interessantes e excitantes de dar a matéria que os professores são induzidos a dar através do currículo?
Não que isto fosse a solução, como é referido pelo autor, referindo-se aos ciberavestruzes como aqueles que querem aplicar o uso dos computadores nas escolas, mas apenas como um suporte para os programas já existentes, e que supostamente são pobres, do ponto de vista do autor, mas julgo já ser um ponto de partida.
Outros dos pontos mais importantes e interessantes para mim neste capítulo, é a referência á literacia e á fluência.
O primeiro, de uma forma resumida, diz respeito às competências adquiridas por um sujeito em uma determinada actividade, o segundo diz respeito á forma e o á vontade que esse sujeito tem para utilizar essas mesmas competências. O que é que isto implica?
Implica que o ser fluente em algo advêm da utilização, da prática e do esforço para resolvermos questões e situações.
Nunca tinha pensado neste facto desse prisma, mas de facto é verdade…a forma fácil e desprendida de medos que as crianças têm para retirar do computador os resultados que procuram, apenas com a experimentação, enquanto nós ficamos á espera de uma luz, com o receio de fazer algo de mal. Tem tudo a ver com a fluência que elas adquirem na utilização do computador, enquanto que muitos de nós julgamo-nos providos de vários conhecimentos, mas que estes, infelizmente são ainda teóricos.
Apesar de todas as vantagens, Papert refere uma critica ao facto das tecnologias nos dias de hoje serem demasiado opacas em comparação com as de antigamente, dando o exemplo de como antigamente, desmontava-se um rádio e percebia-se logo como ele funcionava, e que agora o mesmo já não acontece, principalmente com os programas de computador, em que quase nunca se percebe qual o sua origem e o que os faz funcionar
Com isto, termino a minha reflexão, reafirmando que este é um livro de leitura fácil e interessante, que nos prende, com a esperança de que quando o terminarmos de ler, nos vamos sentir muito mais literados acerca das tecnologias.

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

"A familia em rede" - Reflexão - 1º Capitulo



Não sei se é impressão minha,mas este livro é muito acessivel,a forma como está escrito,a proximidade que sentimos com o autor quando o lemos,parece que somos amigos ou conhecidos e que estamos a conversar frente a frente.
A forma como ele explica uma ideia complementando-a com um acontecimentos real e pessaol,ajuda-nos a perceber o que escrito e o que está implicito,ou seja,entre linhas...dá-nos vontade de aprender,ainda para mais quando aparecem as palavras chave,sublinhadas,dando a ideia que estamos a olhar para um ecrã de computadore a ler um texto cheio de links...dá-nos vontade de carregar naqueles links ou,neste caso,pesquisar de forma mais profunda aquelas palavras chave.
Neste capítulo é evidente dizer que baseia-se de forma acentuada da forma diferente com que os adultos ou pais e as crianças veem as tecnologias.
De facto dá que pensar...antigamente,no tempo em que não existiam computadores,ou existiam muito poucos,os nossos pais tinham formas de brincar diferentes,formas que talvez não os desafiasse...e agora vemos crianças a efectuarem tarefas que nos deixam boquiabertos...porque será?
Será porque as crinças de hoje se sentem mais abertas a novos conhecimentos,conhecimentos tecnologicos porque facilmente são absorvidas pelas novidades,ou porque as crianças de ontem e que hoje são adultos são demasiado fechados a novos conhecimentos?Ou simplesmente como não reconhecem o tipo de aprendizagem desistem facilmente?
Quando Papert escreveu este livro a sua intenção era descobrir algo que unisse estas duas gerações na utilização dos computadores...das tecnolgias.Algo que ajudasse as crianças a perceberem que o computador é algo mais do que jogos ou horas e horas a descarregar músicas,e algo que ajudasse os pais a quererem trabalhar com um computador e a desmistificarem a ideia de que da Internet só saem coisas más.
Outra intenção que o autor releva e talvez a mais impotante é a de transmitir a sua opinião pessoal acerca do facto das pessoas que consideram que as crianças que não aprendem logo ou atraves de metodos standart necessitam de cuidados especiais ou de educação especial.
Papert põe a questão de serem apenas estilos diferentes de aprendizagem...não será possivel que cada um é como cada qual e cada um deve ter o seu metodo de aprendizagem?Aquele que permita uma aprendizagem completa e feliz?
É nesta linha que o autor baseia o seu livro,introduzindo o beneficio das tecnologias e dos meios de comunicação digitais para estas crianças e variadas formas de aprender.

Recomeço calmo!

OLÁ!
Estamos de volta ás aulas e a Tecnologias Educativas...logo,como não podia deixar de ser...estamos de volta ao nosso blog!
Apesar de já irmos na terceira semana de aulas,tendo em conta que a primeira foi só para as apresentações e a segunda,apesar de já termos dado alguma matéria foi para falar basicamente dos trabalhos a efectuar durante o semestre,só agora me vi com capacidade para voltar a escrever no blog.
Na primeira aula de teoria demos dobretudo os diferentes conceitos de tecnologias ou tecnologia,que não se limita aos recursos técnicos usados no ensino (ao material e hardware)e tem a ver com os processos de concepção, desenvolvimento e avaliação da aprendizagem.
Na aula prtática decidimos os grupos de trabalho.No meu grupo fiquei eu,a Tatiana,Márcia e Claúdia, e para tema do nosso trabalho escolhemos os wikis.Para além disso tivemos a fazer a nossa inscrição no del.icio.us...muito interessante,porque dá a ideia que é um hi5,mas em vez de pormos fotos nossas e fazermos amigoa só por fazer,pomos artigos importantes e que,na nossa opinão têm conteudo,de forma a partilhar com outras pessoas e elas os partilhem conosco.
Entretanto vou fazendo a reflexão ao livro "A familia em rede".
Beijocas

domingo, 10 de junho de 2007

Por fim...o fim...ou então não!!!

Chegámos á última semana de aulas,logo,á última semana de tecnologias educativas.
As aulas desta semna basearam-se mais na conclusão das aplicações multimédia e na possibilidade de tirarmos dúvidas acerca das mesmas.
Neste semestre posso realmente dizer que aprendi coisas novas...a começar por este blog,que antes ainda não tinha feito,nem sequer tinha conhecimentos das suas funcionalidades.
Foi também muito útil a utilização do campus online...pois sempre que tinha alguma dúvida sobre a matéria era lá que ia investigar.
O que também me deixou bastante entusiasmada foram as potencialidades do quandary ou do hotpotatoes.
É obvio que tinha conhecimento que este tipo de programas existiam,mas de facto nunca tinha experimentado nem sabia até que ponto eles funcionavam.
Posso então,dizer que saio daqui um pouco mais culta...em relação ás tecnologias,apesar de achar que não devo ficar por aqui,que ainda tenho muita coisa para aprender.
Desejo-vos boa sorte nos exames para todos nós.
E bons dias de descanso depois...
Beijinhos

quarta-feira, 6 de junho de 2007

A semana 12....

Olá colegas...
Infelizmente esta semana não tenho muito para escrever...
Na aula de quarta, a prática, tive que faltar devido á greve.
Na aula de sexta, a teórica, simplesmente não pude ir!
Deste modo não aprendi nada...mas isso não implica que não venha escrever no blog...tenho no minimo que fazer o meu registo, mesmo que não conte...sempre me lembro de o fazer!!!
Então despeço-me...
Beijinhos e abraços
Até para a semana!

terça-feira, 29 de maio de 2007

Nada de novo.........


Estamos na semana 11 de tecnologias e infelizmente não aprendi naa de novo!
As aulas práticas foram apenas para tratamos das nossas aplicações multimédia e sobre a sua parte estética.
Na aula teórica vimos apenas mais alguns softwares para tirarmos exemplos.
Até á próxima...
Beijinhos...

sábado, 26 de maio de 2007

quarta-feira, 23 de maio de 2007

10ª semana...tá quase!!!


Olaaaaaaaaaaaaaaaaá!!!!
Tudo bem pessoal?
Mais uma semaninha mas esta muito mais simples que a anterior!
Finalmente.........terminámos os nossos desafios sobre segurança rodoviária na aula prática desta semana!
Fizemos 25 desfios a contar com os feedbacks,e já fizemos um jogo de palavras cruzadas...mas não pretendemos ficar por aqui...já estamos a pensar em mais coisas para a nossa aplicação!!
Na aula teórica tivemos a analisar várias aplicações com fins educativos e a avaliá-las...e por esse motivo,falámos também das grelhas de avaliação.
Aprofundámos as questões relacionadas com a qualidade de conteúdo:na construção e selecção de produtos on-line!
Estamos então prontos para mais uma semana...
Ou então não!!!lol
BEIJINHOS

quarta-feira, 16 de maio de 2007

9º semana!!!

Como estão colegas?
Vou então contar o que aprendi e fiz na 9ºsemana de tecnologias educativas I!
Na aula prática tivemos a visita de uma colega, recentemente licenciada em Ciências da Educação, para nos explicar como funcionar com o programa HotPotatoes.
Para isso,fizemos diversos exercicios, como por exemplo, as palavras cruzadas e a experimentação de cores.
o HotPotatoes é um programa que contém um pacote de seis ferramentas ou programas de autor, desenvolvido pelo Grupo de Pesquisa e Desenvolvimento do Centro de Informática e Média da Universidade de Victoria, Canadá.
Estes programas possibilitam a criação de 6 tipos de exercícios interactivos para a Web. Compatíveis com todas as versões dos browers/navegadores Internet Explorere Netscape e com as plataformas Windows ou Macintosh.
Duas das ferramentas, JMathe JMix, produzem exercícios que permitem clicar-arrastar-soltar, usando o rato, mas que somente funcionam nas versões mais recentes dos navegadores (IE 5.0 e Netscape6 ou superiores).
O programa aceita caracteres portugueses e pode ser completamente configurado para a nossa língua, assim como quase todos os aspectos do interface (cores, tipo de letra, etc.).
Para se trabalhar com este programa, tudo o que precisamos saber é onde temos de colocar os dados (textos, questões, respostas, imagens, etc.), pois os programas criarão, automaticamente, a página webrespectiva. Posteriormente basta enviar a página ou páginas criadas para o servidor, de forma a serem utilizadas pelos alunos, via internet.
O Hotpotatoes é gratuito para educação.
No decurso da aula continuamos também os nossos desafios de segurança rodoviária no Quandary.
Na aula teórica descobri que uma das competências que devemos adquirir é a de avaliação de um software educativo quando este já estiver terminado e que nas fases de realização de um software, estão incluídas, a concepção, o desenvolvimento, a realização e consequente testagem, e por fim, a avalição.
Aprendi que o PEDACTICE é um programa em que se avaliou os softwares utilizados, através das opiniões, produtos+especialistas em TIC+professores+alunos, e fez-se uma grelha de análise e avaliação.Ou seja, foi pedido a identificação,a descrisão,a valorização,o potencial,as boas práticas e as sujestões destes sujeitos,para a construção da dita grelha.
Falamos também dos objectos de avaliação e das caracteristicas intrínsecas de um software.
Beijocas e até para a semana...como sempre!!!

quarta-feira, 9 de maio de 2007

A 8ª semana

Boa tarde colegas e professores!
Espero que a vossa semana tenha sido boa e de muitas aprendizagens!
Estamos a terminar a 8ª semana em tecnologias educativas e prestes e entrar na 9ª semana.
Na aula prática tivemos sobretudo a completar os nossos desafios para a aplicação multimédia!Isto permitiu que começassemos a compreender como o Quandary funciona...
Como já tinhamos bastantes desafios escritos no papel...foi possível avançar bastante na nossa aplicação sobre a segurança rodoviária!
Na aula teórica,fomos apresentados,ás questões de avaliação em produtos multimédia e a uma ferramenta de autoria de exercicios e actividades de auto-avaliação,designado por Hotpotatoes,constituído por seis aplicações onde podemos introduzir diversas actividades.
Vamos aprofundar mais esta ferramenta nas próximas aulas práticas.

Beijinhos e até a próxima semana...

quarta-feira, 2 de maio de 2007

Aplicação multimédia:desafios desafios desafios.........


Vamos na sétima semana de tecnologias,e por causa de um feriado,o dia do trabalhador,esta semana não houve aula prática.Mas não foi por isso que deixamos de trabalhar...é importante avançar com os desafios para a aplicação multimédia e introduzi-los no Quandary.
Na aula teórica falámos na diferença entre multimédia,hipertexto,que já tinhamos aprendido o conceito e hipermédia,sendo esta o conjunto de métodos ou procedimentos para escrever,desenhar ou compor os conteúdos com video ou texto.
Aprendemos a noção de interface e vimos o que se pode fazer com o storyboard,que á primeira vista parece uma história aos quadradinhos.
Sem puder adiantar muito mais,despeço-me...
beijos e ate para a semana!

terça-feira, 24 de abril de 2007

já voltámos....fresquinhos!

Olá amigos...cá estamos nós para mais umas aulinhas!Espero que essas férias tenham sido boas...
Estamos na sexta semana de tecnologias educativas,e esta semana demos início ao desenvolvimento das aplicações multimédia nas aulas práticas.
No caso do meu grupo,que está a tratar da segurança rodoviária,estabelecemos trés tópicos:
- situação de peão;
- situação de passageiro;
- situação de condutor.
Para cada um destes tópicos inventámos desafios associados a uma história corrente,para que a criança se possa interessar pelo projecto.Já com alguns desafios propostos,começámos a introduzir esses mesmos desafios no programa que vamos utilizar para estabelecer os pontos de situação,ou seja,o Quandary,que é usado para o desenvolvimento das aplicações multimédia.
Na aula teórica,falámos da importância da comunicação e da comunicação em educação e também dos principais modelos de comunicação.
Discutimos a aprendizagem multimédia na prespectiva de Mayer,que tem a ver com o facto da memória sensorial receber informação que passando para a memória de trabalho,é seleccionada e organizada em conhecimentos integrando,assim,na memória a longo prazo.

Falámos também da diferença entre a informação e o conhecimento.
Abraços e até para a semana....

quarta-feira, 4 de abril de 2007

última semana...férias da páscoa!!!


Nesta última semana de aulas,a aula de tecnologias educativas I foram bastante descontraídas e simples.
Na aula de dia 28 de Março,cada grupo entregou a ficha de ante-projecto ao professor para ele dar a sua opinião e,caso fosse necessário,corrigir algo que não integrasse bem no conceito de aplicação multimédia. Nesse processo pediu também aos elementos do grupo para falarem no seu trabalho para que as ideias fossem consolidadas.
Falámos que um dos programas mais úteis para a nossa aplicação seria o Quadary,onde se pode fazer questões e lançar desafios.
E também falámos nos conceitos-base de uma aplicação multimédia,como por exemplo,uma breve explicação ou introdução de uma situação,uma pergunta e as alternativas de resposta.Depois de dado o ponto de decisão em powerpoint,a criança seria capaz de retirar daí uma aprendizagem!
É muito importante que antes de se começar a fazer a aplicação,a estrutura da mesma seja representada no papel!
Boa sorte para todos...
e boas férias com muitas amêndoas!!!